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Direito Civil

As relações do dia a dia: consumo, contratos, dívidas e herança.

O Direito Civil rege as relações mais presentes no dia a dia: o que você compra, os contratos que assina, as dívidas que assume e o patrimônio que transmite. É a área que protege o consumidor diante de cobranças indevidas e produtos com defeito, discute contratos bancários, conduz inventários e o planejamento sucessório e responde pela reparação de danos, para pessoas e empresas. Sempre que uma relação cotidiana se transforma em conflito com repercussão patrimonial, é no Direito Civil que ela é enfrentada.

TemasConsumidorBancárioContratos e responsabilidade civilSucessões e inventárioDireito digitalAgrário

Atuação PJ · Empresa

Contratos, cobrança e responsabilidade


Eduardo Bueno, advogado responsável pela atuação PJ

Advogado responsável · PJ

Eduardo Bueno

OAB/RS 139.085

Ações mais comunsO que fazemos na frente PJ

  • Ação de cobrança e execução de título. Para recuperar valores inadimplidos.
  • Ação de reparação de danos (responsabilidade civil). Na defesa ou na propositura de indenizações.
  • Revisão e rescisão de contratos. Discussão de contratos civis e empresariais.

Atuação PF · Pessoa física e família

Consumo, dívidas, herança e mais


Ações mais comunsO que fazemos na frente PF

  • Ação revisional de contrato bancário. Para discutir juros, tarifas e cláusulas de financiamentos e empréstimos.
  • Ação de indenização por danos morais e materiais. Negativação indevida, cobrança abusiva e falhas de produtos e serviços.
  • Ação de inventário e partilha. Judicial ou extrajudicial, para transmitir a herança e evitar desgaste entre herdeiros.
  • Ações de direito digital. Remoção de conteúdo, uso indevido de imagem e dados e reparação por golpes online.
  • Ações possessórias e agrárias. Proteção da posse e da propriedade da terra e contratos rurais.
Eduardo Steinmetz, advogado responsável pela atuação PF

Advogado responsável · PF

Eduardo Steinmetz

OAB/RS 137.209

Como podemos ajudar

Que problemas resolvemos


Vício ou defeito de produto e de serviço, na forma do Código de Defesa do Consumidor.
Inscrição indevida em cadastro de inadimplentes e cobrança sem lastro contratual.
Contrato bancário com encargos e capitalização questionáveis, objeto de ação revisional.
Sucessão hereditária, com inventário judicial ou por escritura pública.
Fraude eletrônica e uso não autorizado de imagem e de dados pessoais.
Litígio possessório e dominial sobre imóvel rural, incluindo arrendamento e parceria.

Perguntas frequentes

Dúvidas comuns


Os juros do meu empréstimo ou financiamento parecem altos demais. É possível revisar?

Em determinadas situações, sim. Quando o contrato apresenta juros acima da média praticada pelo mercado, capitalização indevida ou encargos que não foram pactuados, é possível discutir os valores por meio de uma ação de revisão bancária. A análise começa pelo contrato e pelo extrato atualizado da dívida.

Meu nome foi negativado por uma dívida que não reconheço. O que pode ser feito?

É possível pedir a retirada da negativação e discutir a origem da cobrança. Quando a inscrição se mostra indevida, pode ser cabível também a reparação por danos morais, a depender das circunstâncias e da prova produzida.

Tenho várias dívidas e não consigo pagar todas. Existe um caminho legal?

Sim. A lei prevê o tratamento do superendividamento, que permite renegociar as dívidas de forma conjunta e organizada, preservando o mínimo necessário à subsistência. A repactuação pode ser buscada tanto na via extrajudicial quanto na judicial.

Comprei um produto com defeito e a loja não resolve. O que é possível fazer?

O Código de Defesa do Consumidor prevê o reparo, a troca ou a devolução do valor, conforme o caso e os prazos legais. Não havendo solução, é possível ajuizar ação para exigir a providência e, quando houver prejuízo demonstrado, a respectiva reparação.

Fui vítima de golpe pela internet ou por PIX. É possível discutir o prejuízo?

A depender de como a fraude ocorreu e da atuação da instituição financeira, é possível discutir a responsabilidade pelo valor e pedir o ressarcimento. A reunião imediata das provas, como comprovantes, conversas e boletim de ocorrência, costuma ser decisiva.

O inventário precisa ser feito na Justiça?

Nem sempre. Havendo consenso entre herdeiros maiores e capazes, e não existindo testamento, o inventário pode ser feito por escritura pública em cartório. Nas demais hipóteses, segue pela via judicial.

Usaram minha imagem ou meus dados sem autorização. Cabe alguma medida?

É possível requerer a retirada do conteúdo e discutir a reparação pelos danos. O caminho varia conforme o meio em que ocorreu a divulgação, o alcance que teve e a prova do uso indevido.

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Bueno & Steinmetz Advogados Associados, Três de Maio, RS · buenosteinmetz.com.br
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